"Você modela suas percepções, ou alguém as modela para você. Você faz o que quer fazer, ou cumpre os planos que alguém faz para você. Para mim, o poder supremo é a habilidade de produzir os resultados que mais deseja e criar valores para os outros no processo. Poder é a habilidade de mudar sua vida, de dar forma às suas percepções, fazer com que as coisas trabalhem a seu favor - e não contra você. O poder verdadeiro é compartilhado, não imposto. É a habilidade de definir as necessidades humanas e resolvê-las - tanto as suas como as das pessoas que lhe são caras. É a habilidade de dirigir seu próprio reino pessoal - seu processo de pensamentos, seu comportamento."
Robbins, Anthony. Poder sem Limites. São Paulo: Best Sellers, 1987. pág 21.
Começar pelo poder de entender a si mesmo, saber o que se quer, o que se consegue fazer e quais os caminhos para chegar onde se quer. O primeiro, no meu ponto de vista, é o principal, saber sobre si mesmo, entender o que lhe impulsiona, o que lhe motiva, o que lhe barra, lhe impede, entender o que lhe deixa triste o que lhe deixa animado. Poder desejar algo, poder fazer algo aquém do esperado pelos outros, ou melhor, aquém do que pensamos ser o esperado pelos outros. Ir além do que sua própria mente pensa que imagina e cria, ou criar caminhos para se autorealizar, entendendo que cada um é diferente do outro, e o que um mais deseja pode ser besteira para o outro. Respeitar as diferenças, não é passar por cima do outro, mas poder manter o seu propósito. Ninguém que seja insastisfeito consegue por muito tempo agradar o outro, a vida fica esvaziada de si e cheia dos outros. É preciso sim ter poder sobre si mesmo, para poder diante dos outros.
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